
Enquanto o primeiro semestre de 2019 contabilizou 142 vítimas fatais de afogamento, em 2020 o número de mortes foi de 161. Em junho, houve o registro de 35 ocorrências, mais do que o dobro das 16 constatadas no mesmo período do ano passado.
De acordo com o tenente-coronel Cícero Osvaldo, do Corpo de Bombeiros do Estado do Ceará (CBMCE), os dados registrados nas delegacias cearenses contabilizam mortes por afogamento que acontecem não só em praias, mas também em acidentes domésticos e locais onde geralmente não há guarda-vidas, como açudes e lagoas.
"Essas estatísticas são de uma maneira geral. Elas contam tudo. Pessoas que se afogaram em açudes, contam pessoas que tenham caído em uma cacimba e pessoas que se afogaram na piscina de casa. A gente tem um 'leque' grande", afirma o tenente-coronel.