Em
1949, José Bernardo adquire os direitos autorais de João Martins de Athayde,
tornando-se a editora mais importante do Brasil. José Bernardo também
incentivou a ilustração das capas de cordel com xilogravura, de custo mais
baixo que os clichês de metal. Na década de 1950, devido a uma série de fatores
econômicos e políticos, há uma forte diminuição da produção de cordéis.
Na
década de 1970 com o falecimento dos filhos, da esposa e do próprio José
Bernardo, ficou á frente da Tipografia sua filha Maria de Jesus da Silva Diniz.
Em 1980, a Tipografia passa a denominar-se Lira Nordestina, por sugestão de
Patativa do Assaré, um dos maiores poetas do Ceará.
Com
a crise cada vez mais forte, Maria de Jesus vende a Lira Nordestina em 1982 ao
Estado do Ceará que, em 1988 passa a fazer parte do patrimônio da Universidade
Regional do Cariri – URCA.
Atualmente a Lira Nordestina é um equipamento cultural vinculado
a Pró-reitoria de Extensão (PROEX) da URCA.
Conheça
um pouco da história de José Lourenço, artista que através do seu avô,
descobriu o talento pela xilogravura:
Nenhum comentário:
Postar um comentário