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Esgoto
compartilhado causa transtornos e compromete segurança de família no bairro Pio
XII, em Juazeiro do Norte (Foto: Guto Vital)
|
A
situação na casa de Maria Ângela no bairro Pio XII está complicada. O odor
fétido é sentido desde antes da porta, sinal de que as coisas não vão bem. Aos
58 anos, dona Maria apelou para máscaras descartáveis para conseguir ficar ali
após uma caixa de esgoto estourar e água com dejetos minar em sua cozinha no
último sábado, 9.
Sem qualquer higiene ou segurança, a situação se tornou um caso insuportável. A cozinha da residência se transformou em uma grande fossa séptica. A suspeita principal, segundo alega a proprietária e locadora Célia Freitas, é o entupimento e sobrecarga do esgoto de saneamento básico coletivo construído há anos pelos órgãos responsáveis.
Pelo
menos outras três casas estão com situação semelhante em algum nível. Uma
quarta casa, vizinha de Maria Ângela, recebeu água do esgoto por vazamentos.
"Minha cozinha virou um esgoto", reclama Maria Ângela. "Para onde vou? Já vivo aqui de favor. Não tenho para onde ir", em lágrimas.
Nesta sexta-feira, 15, a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) realizou desobstrução do local, o que não foi suficiente para resolver o problema para a moradora e a proprietária do imóvel.
"Perderei a casa por irresponsabilidades alheias? E quem paga por isso?", questiona Célia, que cogita acionar o Ministério Público.
Para qualquer reclamação ou solicitação, a Cagece orienta aos clientes que entrem em contato com a companhia pelos canais de atendimento disponíveis, como a Central de Atendimento (0800.275.0195), o aplicativo Cagece App (disponível para Android e iOS) ou por meio Gesse, a assistente virtual da companhia, que atende pelo site www.cagece.com.br. Site Miséria
"Minha cozinha virou um esgoto", reclama Maria Ângela. "Para onde vou? Já vivo aqui de favor. Não tenho para onde ir", em lágrimas.
Nesta sexta-feira, 15, a Companhia de Água e Esgoto do Ceará (Cagece) realizou desobstrução do local, o que não foi suficiente para resolver o problema para a moradora e a proprietária do imóvel.
"Perderei a casa por irresponsabilidades alheias? E quem paga por isso?", questiona Célia, que cogita acionar o Ministério Público.
Para qualquer reclamação ou solicitação, a Cagece orienta aos clientes que entrem em contato com a companhia pelos canais de atendimento disponíveis, como a Central de Atendimento (0800.275.0195), o aplicativo Cagece App (disponível para Android e iOS) ou por meio Gesse, a assistente virtual da companhia, que atende pelo site www.cagece.com.br. Site Miséria

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