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No início da quadra chuvosa (entre fevereiro e maio), o
Castanhão
estava com 2,22%, melhorou em maio, quando
atingiu 8,68% (Foto: Honório
Barbosa)
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A segurança hídrica do Estado permanece
em situação de atenção. Dos 155 reservatórios monitorados pela Companhia
de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) no Ceará, apenas 23 apresentam volume acima de
90% de capacidade total e 83 (o que representa 53,55%) estão com
volume inferior a 30%.
Das 12 bacias hidrográficas, as
de Coreaú, na região Norte, e do Litoral, estão em melhores
condições. A primeira está com média de 89,64% de capacidade; e a segunda com
79,52%.
Castanhão: volume de 7,89%
Ainda de acordo com o Portal
Hidrológico desta quinta-feira (5), a pior situação é do Médio Jaguaribe,
com apenas 7,81% do volume total. Entre os 15 reservatórios dessa bacia, está
oCastanhão, em Alto Santo, que apresenta volume de 7,89%. No início da quadra
chuvosa (entre fevereiro e maio), o Castanhão estava com 2,22%, melhorou em
maio, quando atingiu 8,68% de sua capacidade total de 6,7 bilhões de metros
cúbicos de água; e agora, volta a cair e está com 7,89%.
Orós
Outra bacia com menor volume é a do Alto
Jaguaribe, onde está o Orós, atualmente com 9,06% de sua capacidade máxima de
2,1 bilhões de metros cúbicos de água. Ele é o segundo maior reservatório do
Ceará. A exemplo do Castanhão, no início da quadra, em fevereiro, ele
apresentou 5,75% de volume.
Entre os açudes com melhores volumes de
água, estão: o Jenipapo, em Meruoca (baica do Acaraú); o Várzea Alegre, em
Moraújo (bacia do Coreaú); e o Germinal, em Palmácia (bacia Metropolitana), que
estão sangrando.
Entre os piores, Monte Belos, em Araripe
(bacia do Alto Jaguaribe),com 0.17%; Cedro, em Quixadá (Banabuiú), com 1.94%; e
Broco, em Tauá (bacia do Alto Jaguaribe), com 2.84%. O volume total atual do
Estado é de 16,2%. Fonte: Diário
do Nordeste

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