Ao sancionar a lei na terça-feira, o presidente Michel Temer vetou a estimativa de recurso extra de 1 bilhão e meio para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). Na justificativa apresentada para o veto dos recursos extras para o Fundeb, o Palácio do Planalto argumentou que o fundo já tem uma
previsão orçamentária de cerca de 14 bilhões para 2018.
O governo destinou 1 bilhão e 716 milhões para um fundo eleitoral, o Fundo Especial de Financiamento de Campanha, que vai custear as eleições de 2018.
Esse é o primeiro orçamento aprovado após a entrada em vigor da Emenda Constitucional do Teto dos Gastos, que limita, pelo prazo de 20 anos, o aumento das despesas públicas à inflação do ano anterior.
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