| 12/02/2015 às 01h57min - Atualizada em 12/02/2015 às 09h14min | ||||||||
| ||||||||
| Casos de leishmaniose deixa população apreensiva. | ||||||||
| ..."Ele afirma que não tem condições de recolher todos os animais que estão espalhados pelas ruas" | ||||||||
A infestação de leishmaniose tem preocupado a população cratense. São diversos casos registrados na cidade tanto da forma tegumentar quanto da visceral. O Crato já teve registrados dois casos pela secretaria de saúde do município da forma mais grave da doença só em janeiro de 2015.
Os cratenses reclama a superpopulação de cães espalhados pelas ruas e que, além do risco de ataques, são os hospedeiros de diversas doenças, entre elas a leishmaniose que pode ser fatal ou provocar ulceras pelo corpo.
O líder comunitário do bairro batateira em Crato, Ribamar Barbosa, disse estar preocupado com os recorrentes casos da doença que tem se registrado na região e também com a chegada das chuvas, pois, segundo ele, o carro fumacê não tem passado para pulverizar os mosquitos. E cobrou dos órgãos responsáveis que sejam tomadas providências.
O diretor do centro de zoonoses do Crato, Ricardo Pierre, informou que a questão não é só de saúde publica, mas antes de tudo é uma questão de meio ambiente. Ele afirma que não tem condições de recolher todos os animais que estão espalhados pelas ruas por não poder eutanasiar os cães saudáveis e não ter destino que possa dar aos animais.
“Hoje, o centro de zoonoses do Crato conta com 32 vagas para cães. Caso seja desencadeado um processo de capturas, é possível retirar 50 cães das ruas em apenas uma manhã. Em média, Três deles são positivos e serão eutanásias. Cinco são adotados e o que sobra ainda é maior do que a capacidade do canil que tem que oferecer comida, agua, higienização duas vezes por dia, acompanhamento veterinário, remédios e tudo isso com recursos do SUS.” Conta o veterinário Ricardo Pierre.
A proposta é que os órgãos e entidades ligadas e interessadas no assunto como câmara de vereadores, ministério publico, grupos ligados à defesa dos animais participem de uma audiência publica para buscar meios de solucionar o problema.
Agência Caririceara.com |
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário