sexta-feira, 5 de setembro de 2014

O jornalismo e a relação com a política

Não faz muito tempo, o jornalista Robertro Cabrine descobriu o esconderijo onde o corrupto PC Farias, o agente financeiro do governo do presidente Collor se escondia fugindo da polícia e da justiça. Collor foi cassado.
Há pouco tempo, o Supemo Tribunal Federal julgou os mensaleiros, políticos corruptos que avançaram no dinheiro público para comprar o Congresso Nacional, o escândalo ficou conhecido como mensalão.
Recentemente o país assistiu ao escândalo proporcionado pelo governador Arruda, de Brasília, flagrado recebendo pacotes de dinheiro em seu gabinete. Tudo filmado e registrado.
Me lembro, após três décadas de jornalismo, ainda “foca” na redação durante a ditadura da forma cruel e dura  usada para conter os jornalistas, limitar seus espaços. Foi um tempo duro, difícil.
O Brasil precisa manter a liberdade de imprensa e de expressão. É fundamental. Com o silêncio da imprensa, o país afundou, não se sabia de nada. Não tinha campanha política, debate. Os ditadores elegiam seus “postes”, ou simplesmente os nomeavam.
Hoje, o país debate, os candidatos se expõem na televisão, rádio. Suas vidas são reviradas, investigadas. Seus parentes também. Todos, eleitor e justiça, precisam saber quem é quem para decidir.
Uma meia dúzia de jornalistas ainda parece não resistir ao diário oficial, ao erário e ao dinheiro sujo. O jornalista Barbosa Lima Sobrinho afirmava categoricamente que jornalsita não pode ter medo, seu juramento é seu guia profissional e sua valentia está em denunciar os que cometem crimes.
Lendo o texto de outro jornalista brilhante, o bravo Sebastião Nery vejo sua coragem ao mostrar todos os erros do país. Podem até dizer que ele tem lado, preferências, mas ninguém prova.
O maior nome da imprensa do Ceará é o jornalista Gervásio de Paula. Limpo. Nunca passou um dia dentro de um Palácio ou na “biqueira” dos poderes. Minha homenagem nesse texto aos jornalistas honestos.
A eleição de 2014 no Ceará e no Brasil será mais um exemplo de liberdade do povo. O eleitor vai votar com bravura, firmeza e acima de tudo com a coragem de escolhjer quem acha que deve lhe governar e representar. Não se venda!

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