A questão foi levantada pelo vereador Normando Sóracles (PSDB) que questionou a forma como os ministros do supremo jugaram a lei estadual que regulamentava a vaquejada no Ceará. A votação foi por seis a cinco pela extinção da lei. No entendimento dos ministros, a prática maltrata os animais e com a decisão a vaquejada fica proibida.
Para o vereador Normando, houve discriminação. “Como é que a vaqueja da pode ser considerada ilegal, se nos rodeio situações piores são praticadas e a festa é considerada legal?”, questiona. Ele Afirma que a questão não está relacionada a defender ou não a vaquejada, mas sobre como a coisa foi tratada e o impacto que causado.
Já o vereador Darlan, que também é vaqueiro, disse que só ele deve desempregar os tratadores que trabalham com seus animais. “Só no meu caso, serão três pais de famílias desempregados, isso de forma direta. Se levar em consideração veterinários e os demais profissionais envolvidos...”, pondera Darlan.
Os parlamentares defenderam ainda que a regulamentação através da lei estadual resguarda as condições físicas dos animais. Assista ao pronunciamento dos parlamentares debatendo sobre o assunto na sessão da câmara de Juazeiro do Norte. fonte site miséria
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